A pesquisa mostrou que a alimentação continua a exercer forte pressão inflacionária, tanto nos gêneros alimentícios (comprados para consumir em casa), quanto na alimentação fora de casa. O leite longa vida disparou 12,49%, o Tomate, 21,04% – continuando em alta – e os ovos, 15,97%.
Nesta edição, três das oito classes de despesa do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação e Comunicação, cujas taxas passaram de 1,09% para -0,31%, e de 0,06% para -0,07%, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação; 2,61% e Vestuário; 1,63% e as famílias de baixa renda são as que mais comprometem o orçamento com a compra de alimentos, sendo, consequentemente, as que mais sentem esta variação.
A pesquisa também revelou que a variação média da saúde e cuidados pessoais, transporte, habitação, despesas diversas, comunicação e educação, leitura e recreação se situaram em nível abaixo da variação média, sendo eles:
• Saúde e Cuidados Pessoais: 0,92%
• Transportes: 0,84%
• Habitação: 0,53%
• Despesas Diversas: 0,43%
• Comunicação: -0,07%
• Educação, Leitura e Recreação: -0,31%,