Nesta edição, quatro das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração, entre os quais destacam-se os grupos: Alimentação e Educação, Leitura e Recreação, que passaram de 0,44% para 0,85%, e de -0,04% para 0,07, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que a pressão acima da variação média foi exercida pelo grupo Alimentação; 0,85%. Situaram-se em nível abaixo da variação média os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais; 0,27%, Habitação; 0,24%, Educação, Leitura e Recreação; 0,07%, Despesas Diversas; -0,05%, Transportes; -0,20% e Vestuário; -1,10%.
Além de Porto Alegre, o IPC-S registrou alta nas outras seis capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas. O maior aumento na taxa foi observado em Brasília: 0,32 ponto percentual, ao passar de uma inflação de 0,11% na semana de 15 de agosto para um índice de 0,43% no período seguinte.
Também registraram aumentos superiores ao crescimento médio nacional de 0,14 ponto percentual as cidades de Belo Horizonte (0,24 ponto percentual, ao passar de 0,22% para 0,46% no período) e São Paulo (0,19 ponto percentual, ao passar de 0,11% para 0,30%).
As outras cidades registraram as seguintes altas: Salvador (0,13 ponto percentual, ao passar de 0,15% para 0,28%), Rio de Janeiro (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,27% para 0,34%) e Recife (0,04 ponto percentual, ao passar de uma taxa zero para 0,04%).