A análise desse resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Vestuário; 0,61%, Saúde e Cuidados Pessoais; 0,57% e Alimentação; 0,47%. Indica também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Educação, Leitura e Recreação; 0,36%, Habitação; 0,29%, Transportes; 0,25% e Despesas Diversas; 0,12%.
Outras capitais
Conforme dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) a taxa mais elevada entre as capitais pesquisadas foi verificada em São Paulo – cidade com maior peso na formação do índice –, onde os preços subiram 1,01%, depois de terem registrado alta de 0,98% no levantamento anterior (de 7 de outubro).
A outra capital que tive elevação mais intensa foi Salvador (de 0,37% para 0,49%). Enquanto isso, as taxas subiram com menos vigor em Brasília (de 0,36% para 0,26%), Belo Horizonte (de 0,42% para 0,33%), Recife (de 0,29% para 0,11%) e no Rio de Janeiro (de 0,55% para 0,45%).
Segundo dados divulgados ontem pela FGV, o IPC-S de 15 de outubro (segunda prévia do mês) ficou em 0,65%, praticamente estável em relação ao levantamento anterior (0,66%). Quatro dos sete grupos pesquisados apresentaram aumentos de preços em ritmo maior do que na apuração passada, principalmente os alimentos, que tiveram elevação de 1,45% ante 1,41%. Essas altas, no entanto, foram atenuadas por decréscimos nos demais grupos de despesas.