A maior inflação do IPC-C1 foi registrada na classe de despesas de transportes (5,11%), influenciada principalmente pelo reajuste de 5,52% das tarifas de ônibus urbanos. Também apresentou inflação acima da média o grupo de despesas educação, leitura e recreação (3,51%), puxada em grande parte pelo aumento dos cursos de educação infantil (8,43%).
Já os demais cinco grupos de despesas apresentaram inflação abaixo da média: alimentação (1,32%), despesas diversas (0,45%), saúde e cuidados pessoais (0,27%), habitação (0,26%) e vestuário (0,06%). O IPC-C1 é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em quatro capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador.