Das oito classes de despesas analisadas, quatro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Alimentação (0,14% para 0,41%), Vestuário (0,86% para 1,05%), Habitação (0,51% para 0,54%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,43% para 0,44%).
Os itens com as maiores influências positivas foram refeições em bares e restaurantes (de 0,80% para 0,66%), aluguel residencial (de 0,68%), plano e seguro de saúde (que repetiu a taxa de variação de 0,66%), pão francês (de 2,37% para 2,10%) e serviço de reparo em automóvel (de 1,15% para 1,14%).
Apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Despesas Diversas (0,09% para 0,04%) e Comunicação (0,20% para 0,19%).
Já os cinco itens com as maiores influências negativas foram batata-inglesa (de -22,42% para -21,51%), feijão carioca (de -16,56% para -14,22%), cenoura (de -21,69% para -21,52%), cebola (de -13,95% para -14,51%) e tarifa de ônibus urbano (de -0,38% para -0,37%).
Já os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,11%) e Transportes (0,07%) repetiram as taxas de variação verificadas na última leitura.