Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Habitação e Transportes, cujas taxas passaram de -1,46% para -0,59%, e de 1,06% para 1,58%, respectivamente.
A análise do resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Transportes; 1,58%, Despesas Diversas; 1,33%, Educação, Leitura e Recreação; 1,28%, Alimentação; 0,95% e Saúde e Cuidados Pessoais; 0,73%. Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Comunicação; 0,44%, Vestuário; -0,50% e Habitação; -0,59%.
No País, o IPC-S subiu em quatro das sete capitais pesquisadas e passou de 0,26% para 0,33%. A maior alta foi registrada em porto Alegre, seguida de Recife (de 0,40% para 0,54%), Rio de Janeiro (de 0,04% para 0,08%) e São Paulo (de 0,13% para 0,21%). O IPC-S registrou desaceleração de preços em em Belo Horizonte, cuja taxa passou de 0,12% para 0,05% no período. Em Salvador, o índice teve um decréscimo de 0,02 ponto percentual, ao passar de 0,57% para 0,55%. Segundo a FGV, em Brasília a taxa não variou e permaneceu em 0,60%.