Nesta edição, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Habitação e Educação, Leitura e Recreação, cujas taxas passaram de -0,59% para 0,05%, e de 1,28% para 1,63%, respectivamente.
A análise do resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Educação, Leitura e Recreação (1,63%), Transportes (1,12%), Alimentação (1,06%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,82%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Comunicação (0,58%), Despesas Diversas (0,44%), Habitação (0,05%) e Vestuário (-0,20%).
IPC-S sobe nas sete capitais pesquisadas
No País, o IPC-S subiu nas sete capitais pesquisadas. Os dados apontam que Recife foi a capital que apresentou a maior alta no período analisado, cuja taxa passou de 0,64% na última semana de fevereiro para 0,92% na semana passada - 0,28 ponto percentual.
São Paulo apresentou a menor elevação na taxa, que passou de 0,21% para 0,3% entre a última semana de fevereiro e a primeira de março (0,09 ponto percentual). Rio de Janeiro e Belo Horizonte tiveram alta de 0,26 ponto percentual, com taxas que passaram de 0,08% para 0,34% e 0,05% para 0,31%, respectivamente.
Ainda segundo a FVG, em Brasília, o IPC-S registrou variação de 0,81%, na apuração realizada na primeira semana de março, 0,21 ponto percentual superior ao divulgado na quarta semana de fevereiro, que foi 0,6%. Em Salvador, o índice variou de 0,55% para 0,73%.