O resultado é o mesmo da média nacional, que passou de 0,65% para 0,54% no mesmo período - o que indica 0,11 ponto percentual abaixo da última divulgação.
Nesta edição, seis das oito classes de despesa componentes do IPC-S apresentaram desaceleração em suas taxas de variação na Capital, entre as quais se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação e Comunicação, cujas taxas passaram de -0,24% para -1,23%, e de 1,58% para 0,83%, respectivamente.
A análise mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação (0,86%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,85%), Comunicação (0,83%), Habitação (0,66%) e Transportes (0,62%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Despesas Diversas (0,27%), Vestuário (0,23%) e Educação, Leitura e Recreação (-1,23%).
Alimentação cai pela segunda vez
O grupo Alimentação apresentou o segundo recuo consecutivo no IPC-S e contribuiu para a desaceleração do indicador. Da primeira para a segunda quadrissemana do mês, os preços do grupo tinham desacelerado de 1,49% para 1,37% e, na passagem para a terceira leitura, a alta desta classe de despesa ficou em 1,13%. O destaque foi o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa de variação saiu de alta de 11,93% para 9,77%.
IPC-S recua em cinco das sete capitais
O IPC-S caiu em cinco das sete capitais pesquisadas pela FG. Além de Porto Alegre, houve acentuado recuo em Salvador, com queda de 0,25 ponto percentual (ao passar de 0,9% para 0,65%).
Outras cidades que tiveram queda no IPC-S foram Rio de Janeiro (0,1 ponto percentual, ao passar de 0,84% para 0,74%), São Paulo (0,08 ponto percentual, ao passar de 0,45% para 0,37%) e Belo Horizonte (0,03 ponto percentual, ao passar de 0,71% para 0,68%).
Duas cidades tiveram alta na taxa: Recife (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,34% para 0,43%) e Brasília (0,07 ponto percentual, ao passar de 0,4% para 0,47%).