Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação, de de -1,30% para 0,06%; e Vestuário, de 0,03% para 0,55%.
A análise do resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação (0,59%), Vestuário (0,55%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,46%). Em nível abaixo da variação média se situaram os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,06%), Comunicação (0,00%), Despesas Diversas (-0,26%), Habitação (-0,27%) e Transportes (-0,48%).
No País, o IPC-S de 7 de julho ficou em 0,19%, 0,08 ponto percentual acima da taxa divulgada uma semana antes (0,11%). O índice registrou aumento em cinco das sete capitais pesquisadas no período. A elevação mais intensa foi observada em Salvador, cuja taxa passou de 0,28% na apuração de 30 de junho para 0,48% no levantamento de 7 de julho.
Os outros locais que apresentaram taxas mais elevadas foram Belo Horizonte (de –0,02% para 0,14%), Rio de Janeiro (de 0,31% para 0,41%), Porto Alegre (de –0,08% para 0,08%) e São Paulo (de 0,07% para 0,09%). A única capital que registrou diminuição no ritmo de alta foi Brasília, cuja taxa passou de 0,24% para 0,16%. Em Recife, o resultado da primeira semana de julho foi o mesmo observado na apuração anterior (-0,07%).