Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos Despesas Diversas e Educação, cuja taxa passou de 0,47% para 1,52%, e Leitura e Recreação, de 0,53% para 1,04%.
A análise do resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Despesas Diversas, com 1,52%; Alimentação, 1,09%; Educação, Leitura e Recreação, 1,04%; Saúde e Cuidados Pessoais, 0,90%; e Habitação, 0,83%. Abaixo da variação média se situaram os grupos: Comunicação, com 0,13%; Transportes, -0,28%; e Vestuário, -0,35%.
No País, o IPC-S dessa semana registrou variação de 0,57%, 0,01 ponto percentual abaixo da taxa divulgada na última apuração. Três das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação. A inflação medida pelo índice diminuiu em três das sete capitais pesquisadas na segunda leitura de abril.
O maior decréscimo foi observado em Salvador, onde a taxa passou de 0,44%, na semana de 7 de abril, para 0,3%, na semana de 15 de abril, o que representa uma diminuição de 0,14 ponto percentual. As demais capitais que apresentaram decréscimos em suas taxas foram Brasília (de 0,72% para 0,6%) e Recife (de 0,79% para 0,59%).
Por outro lado, além de Porto Alegre, a inflação medida pelo IPC-S aumentou em São Paulo (de 0,59% para 0,66%), capital com maior peso na formação do índice, Belo Horizonte (de 0,33% para 0,41%) e Rio de Janeiro (de 0,57% para 0,58%).
O IPC-S mede, toda semana, a inflação mensal nas classes de despesa alimentação; habitação; vestuário; saúde e cuidados pessoais; educação, leitura e recreação; transportes; e despesas diversas.