Quatro das oito classes de despesa componentes do IPC-S apresentaram desaceleração em suas taxas de variação e contribuíram para a queda, entre as quais se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação e Alimentação, cujas taxas passaram de 1,31% para 0,33%, e de 0,67% para 0,22%, respectivamente.
Já as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Habitação (0,68%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,51%), Vestuário (0,39%), Despesas Diversas (0,34%) e Educação, Leitura e Recreação (0,33%). Por outro lado, se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Alimentação (0,22%), Transportes (-0,06%) e Comunicação (-0,13%).
IPC-S cai em quatro capitais
No Brasil, a inflação foi a mesma da semana anterior, 0,27%. Quatro das sete capitais pesquisadas tiveram redução na taxa de variação do IPC-S. São Paulo teve a maior alta (0,19% para 0,30%).
Na capital paulista, a maior variação foi de vestuário (de -0,06% para 0,71%) seguida por comunicação (de 0,42% para 0,69%), transportes (de -0,16% para 0,04%), alimentação (de 0,26% para 0,38%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,46% para 0,48%).
Recife, Salvador e Rio de Janeiro tiveram retrações menores na taxa. Brasília teve variação contrária, subindo de 0,32% para 0,33%, com acréscimo nos grupos transportes e habitação. Em Belo Horizonte, foram alimentação e comunicação os grupos que puxaram a alta na taxa de variação, de 0,29% para 0,37%.
De acordo com a FGV, o IPC mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda situado entre 1 e 33 salários mínimos mensais. Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Brasília.
Com informações da Agência Brasil