Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Alimentação e Educação (de 1,04% para 0,45%) e Leitura e Recreação (0,98% para 0,74%).
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Despesas Diversas (1,00%), Educação, Leitura e Recreação (0,74%), Alimentação (0,45%) e Habitação (0,22%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Comunicação (0,04%), Transportes (-0,09%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,35%) e Vestuário (-1,04%).
Em julho, o núcleo do IPC-S/Porto Alegre registrou variação de 0,12%. Em relação a junho, quando a taxa ficou em 0,25%, houve recuo de 0,13 ponto percentual. No ano, o indicador apresentou variação de 2,36% e nos últimos 12 meses, 4,60%. Para efeito de cálculo do núcleo foram excluídos os itens com variações inferiores a -0,66% e superiores a 0,64%.
No País, a inflação medida pelo índice diminuiu em cinco das sete capitais pesquisadas na última semana de julho. As quedas mais acentuadas entre a terceira e a última medição do mês ocorreram em Brasília (de 0,16% para -0,03%) e Belo Horizonte (0,25% para 0,12%).
Além de Porto Alegre, o IPC-S registrou taxas menores também no Recife (de 0,03% para 0,01%) e no Rio de Janeiro (de 0,54% para 0,47%). Segundo o estudo, em São Paulo e Salvador as taxas se mantiveram em 0,26% e 0,21%, respectivamente. Considerando todos os locais, o IPC-S variou 0,22% no fechamento de julho, 0,06 ponto percentual abaixo da taxa da apuração anterior.