Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Alimentação e Saúde e Cuidados Pessoais, cujas taxas passaram de 0,45% para 1,17%, e de -0,35% para 0,05%, respectivamente.
O preço do tomate desacelerou, porém continua sendo o item de maior influência na índice (61,66%). Hortaliças e legumes (alta de 19,22%) e frutas (5,16%) aumentaram suas variações.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação (1,17%), Despesas Diversas (1,12%) e Educação, Leitura e Recreação (0,95%).
Se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Habitação (0,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,05%), Comunicação (0,04%), Transportes (0,02%) e Vestuário (-1,41%).
Inflação medida pelo IPC-S aumenta nas sete capitais pesquisadas
A inflação medida pelo IPC-S subiu nas sete capitais pesquisadas na primeira semana do mês. Os dados mostram que a capital com a maior alta é Salvador, onde a taxa passou de 0,21% para 0,45% entre a última semana de julho e a primeira de agosto. Recife (de 0,01% para 0,24%) apresentou variação de 0,23 ponto percentual no período.
Segundo a FGV, o índice passou de 0,47% para 0,69% no Rio de Janeiro e em São Paulo a taxa ficou em 0,41%, ante 0,26%. Brasília foi a capital onde o índice variou menos, de - 0,03% para 0%. Em seguida, vem Belo Horizonte, cujo índice ficou em 0,17%, 0,05 ponto percentual acima da taxa apurada na última semana de julho.
O IPC-S chegou a 0,4% na primeira prévia de agosto, 0,18 ponto percentual superior à taxa divulgada na apuração anterior.