Nesta edição, duas das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais e Despesas Diversas, cujas taxas passaram de 0,91% para 0,51%, e de 0,54% para 0,23%, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Educação, Leitura e Recreação (2,28%), Alimentação (1,27%) e Habitação (0,70%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,51%), Despesas Diversas (0,23%), Transportes (0,12%), Comunicação (0,08%) e Vestuário (-2,24%).
Liquidações de inverno neutralizaram parte do impacto no índice, da alta dos alimentos. Os principais grupos de alta na classe alimentação foram alimentos prontos congelados, 7,36% hortaliças e legumes; 4,27% aves; 4,26% ovos; e 1,41% carnes bovinas.
No País, o IPC-S de 7 de setembro teve a mesma variação divulgada na última apuração: 0,44%. Quatro das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação (Brasília, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro). Já as outras três apresentaram decréscimo: Salvador, Porto Alegre e São Paulo.