"Se aceitarmos que, na produção de veículos, alguém venha aqui, abra uma loja, produza o produto no seu país, crie empregos lá e venha vender aqui, estamos cedendo aqui uma coisa que conquistamos com o maior esforço, que é o mercado interno", disse. "Queremos que qualquer empresa estrangeira, para não pagar imposto maior, tenha de produzir aqui, gerar empregos aqui", afirmou, reforçando que a medida é a favor do emprego.
Dilma disse que o Brasil não é um país de quarta ou terceira categoria. "Gostamos de respeito e damos o respeito. Agora o que queremos: queremos que invistam aqui sim, serão bem vindos, protegidos e amados. Mas venham e produzam aqui, gerem tecnologia aqui. Não seremos mais objeto desse uso", afirmou.
“Eu vou melhorar a Saúde no Brasil”, promete Dilma
Apesar de admitir problemas de gestão, falta de investimento e estrutura, a presidente Dilma Rousseff prometeu: "Eu vou melhorar a Saúde no Brasil”. Segundo a presidente, a manutenção da área é muito cara "em qualquer lugar do mundo". Dilma usou dados da Argentina e do Chile para mostrar que o País investe pouco no setor. "A Argentina, por exemplo, investe 40% a mais em Saúde do que o Brasil", disse. "Não aceitem (brasileiros), em hipótese alguma, que a Saúde não precisa de mais dinheiro".
Dilma explicou que o governo tem um programa para melhorar a área e formar médicos, principalmente pediatras. "Temos um projeto de gestão e o uso desse recurso tem de ser melhorado. Isso significa médico para atender as crianças." A presidente disse também que quer garantir qualidade dos hospitais e dos médicos e que instituições e profissionais não fiquem concentrados em algumas regiões do País.
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