Esses dados são do crédito com recursos livres, em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.
No caso do direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados basicamente aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), a taxa de juros para as empresas subiu 0,3 ponto percentual e 0,5 ponto percentual para as famílias e ficou 8,2% ao ano, tanto para pessoas físicas quanto para as jurídicas. A inadimplência ficou estável em 0,5% para as empresas e em 1,7% para as famílias.
O saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,835 trilhões em julho, com alta de 0,2% no mês e 11,4% em 12 meses. Esse valor correspondeu a 56,1% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Houve redução em relação a junho de 0,2 ponto percentual.