Por outro lado, as hortaliças e legumes, que há pouco tempo eram as vilãs do IPC-S, passaram a conter a inflação e no período analisado, registraram queda de 10,75%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os de Vestuário e Saúde e Cuidados Pessoais, cujas taxas passaram de -1,09% para -0,53%, e de 0,00% para 0,19%, respectivamente.
O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que as pressões para inflação foram exercidas pelos grupos: Educação, Leitura e Recreação; 0,99%, Habitação; 0,36% e Saúde e Cuidados Pessoais; 0,19%.
Na sexta-feira, a FGV divulgou o IPC-S nacional. Após manter-se em baixa ao longo de julho e no início de agosto, o índice subiu 0,05% no País até o dia 15 do mês. A taxa foi superior à verificada na apuração anterior, quando a variação foi negativa em 0,02%.