Conforme o economista Eduardo Starosta, o principal prejuízo está nos negócios não realizados. Ele lembra que idosos, por exemplo, não conseguem sacar valores. Também há o dano com o não pagamento de boletos e a dificuldade de acesso ao troco.
O economista orienta os lojistas a pedir aos clientes para pagar com o cartão de crédito ou débito. Com isso, os pagamentos são feitos de maneira mais rápida e garantida.
Além disso, o especialista admite que, assim que a greve acabar, haverá ingresso de recursos no caixa das lojas. O fenômeno ocorre porque os clientes que hoje não conseguem pagar os seus boletos terão facilidade para a quitação das dívidas.