Analistas consultados pela Thomson Reuters previam lucro de 49 cents por ação, com receita de 3,3 bilhões de dólares. A margem bruta caiu de 59,6% para 56,5%. As vendas nas lojas abertas há mais de um ano subiram 9% globalmente sobre o período anterior, puxadas por uma elevação de 7% nas transações e de 2% no valor médio das compras.
Nas Américas, o que inclui Estados Unidos, Canadá e América Latina, as vendas comparáveis subiram 9%. Na região da China e Ásia-Pacífico, as vendas em lojas abertas há mais de um ano saltaram 20%. Na região Europa, Oriente Médio e África, cresceram 2%.
A companhia vem promovendo mudanças que estão alterando seu foco para produtos voltados aos consumidores e vendas no varejo em cafeterias. Embora a receita de produtos vendidos diretamente ao consumidor e de alimentos para consumo fora de casa ("foodservice") ainda sejam apenas 12% do total, a receita do segmento aumentou 62% no último período.
A Starbucks elevou suas perspectivas de lucro por ação no ano em 0,03 dólares e agora prevê de 1,78 dólares a 1,82 dólares. Sua projeção de novembro foi conservadora em relação às expectativas dos analistas. A maioria deles esperava elevação do lucro para 1,83 dólares por ação. A Starbucks reiterou sua estimativa anterior para crescimento de 10% na receita neste ano.
As ações da rede de cafeterias caíam 1,3% no after hours, para 47,70, pois as perspectivas da companhia foram consideradas mais conservadoras do que o esperado. A ação atingiu seu maior nível histórico na semana passada e desde então caiu apenas 0,3%, até o último fechamento. As informações são da Dow Jones.