De acordo com a companhia, o lucro inferior refletiu “o menor lucro operacional, parcialmente compensado pelo melhor resultado financeiro". O resultado operacional foi 51% menor, impactado pelo aumento das importações de derivados e pela maior defasagem no preço dos derivados, decorrente da depreciação cambial aliado ao aumento do preço internacional do petróleo.
Na nota, a estatal informou que houve aumento de 3% no resultado operacional, como reflexo dos ganhos com a venda de ativos e “as menores baixas de poços secos e subcomerciais que compensaram as perdas com a defasagem de preços” no acumulado do ano.
De acordo com a estatal, a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,542 milhões de barris de óleo equivalente por dia, na média dos nove meses, 2% inferior ao mesmo período de 2012, “em consequência do declínio natural dos campos, da maior concentração de paradas programadas em 2013 e da venda de ativos no exterior”.
A produção de derivados totalizou 2,131 milhões de barris/dia na média dos nove meses, 7% superior ao mesmo período de 2012, com recorde mensal de processamento em julho e recorde na produção de diesel e gasolina em agosto”.
O detalhamento dos resultados da estatal será feito pelos diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Alcides Santoro (Gás e Energia), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Miranda Formigli (Exploração e Produção), na próxima segunda-feira, a partir das 10h, para investidores e analistas. Após haverá coletiva de imprensa, às 12h, na sede da companhia, no centro do Rio.