O secretário executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (Sinprofar/RS), Guilherme Leipnitz, explica que chegou a ocorrer falta de remédios nas farmácias. “As distribuidoras e os laboratórios estavam esperando o anúncio do índice pelo governo e alguns produtos chegaram a faltar”, comenta. Segundo Leipnitz, as farmácias já receberam as listas dos medicamentos e existem três tipos de índices que foram oficializados pela Cmed, que é coordenada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Os remédios com menor concorrência no mercado sofrerão reajuste de 3,54%, os que estão na categoria intermediária terão aumento de 4,77% e os medicamentos com maior disputa no mercado subirão 6%. Se não houver alteração nas regras, os reajustes são válidos para os antibióticos, anti-inflamatórios, diuréticos e ansiolíticos. Os medicamentos fitoterápicos e os homeopáticos não são submetidos ao aumento.
Conforme o Sinprofar/RS, o reajuste dos remédios já pode ser praticado nas farmácias, porque a indústria já está autorizada a cobrar valores mais altos, já que o reajuste de preços foi publicado no Diário Oficial da União.