“Em relação ao PAC, o ministro disse que a prioridade é terminar os que já estão em andamento, que levam um ano ou dois para terminar. Quanto aos novos projetos do PAC, previstos para 2011, o ministro afirmou que começarão mais lentamente. É mais uma questão de ritmo”, explica nota oficial da Fazenda.
No documento, Mantega afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem razão ao dizer que os cortes no Orçamento ocorrerão no custeio. Segundo o texto, esses cortes permitirão o aumento dos investimentos em infraestrutura.
Em evento na segunda-feira, no Rio de Janeiro, o ministro da Fazenda afirmou que empreendimentos novos do PAC seriam postergados e não começariam no próximo ano. Na ocasião, Mantega relatou que as obras em andamento não sofreriam redução de verbas, apenas os projetos ainda não iniciados.