Conforme o ministro, as medidas são necessárias para que a taxa Selic, atualmente em 9%, continue a baixar. “É importante criar as condições para continuarmos podendo baixar os juros e poder continuar financiando a produção em condições adequadas. Esse é o nosso objetivo central”, afirmou.
Questionado se há uma batalha no governo Dilma contra os juros, o ministro disse que não se trata de batalha, mas de um processo de indução. “Não tem batalha. Tem uma discussão, um processo forte e importante para criar bases. Não tem puxão de orelha, não tem guerra, tem um processo de indução, de discussão, que é importante para o país", finalizou.
As propostas de mudanças para a remuneração da poupança têm gerado expectativa. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, acredita que a presidente Dilma Rousseff está correta em mudar os critérios do rendimento. “Nós não podemos ter um país de juros baixos, sem ter isonomia no rendimento da poupança. Quem aplica na poupança não está em busca de grandes ganhos, está em busca de segurança e preservação do seu capital”, ponderou.
Com informações do repórter Fábio Marçal