Durante os jogos da Copa vai haver redução no carregamento dos principais troncos de transmissão, visando a minimizar os riscos de queda de fornecimento por sobrecarga, além da garantia adicional propiciada pelas usinas termelétricas, que são usadas para reforçar a estabilidade do sistema durante o ano inteiro. Foram criadas oito forças tarefa para cuidar do suprimento durante os jogos, com base no desempenho da transmissão de alta tensão e do potencial de distribuição.
A preparação para a Copa tem custo estimado em R$ 100 milhões, segundo informou Chipp. Além das providências do ONS, os estádios estarão equipados com sistemas de geração própria. “O ONS faz um trabalho preventivo em dias importantes como o Natal ou o Reveillon e a Copa das Confederações [disputada entre 15 e 30 de junho deste ano] será um primeiro teste para o funcionamento do sistema de controle que foi implantado para a Copa do Mundo”, disse o diretor.
Chipp participou de audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, que se reuniu hoje para discutir a confiabilidade do sistema brasileiro de transmissão de energia elétrica em face das quedas de energias acontecidas no país no ano passado.