O deputado entende que a votação maciça contra as propostas do PSDB e do DEM (de R$ 560) demonstra que as trocas de favores entre a base aliada representam um “negócio rentável”. “O governo atuou de forma truculenta e teve uma vantagem gigantesca”, criticou. O deputado disse ainda que o projeto aprovado do governo interrompe uma escalada de aumento real do mínimo que vinha ocorrendo há 16 anos.
O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), anunciou hoje duas emendas ao projeto aprovado ontem - uma fixando em R$ 600 o valor do mínimo e a outra retirando a autorização para que a presidente Dilma Rousseff conceda os reajustes dos próximos anos por decreto.