Os detalhes de como serão feitas as restrições e as datas em que passarão a valer só serão divulgados depois que os ministros das Relações Exteriores das 27 países do bloco se reunirem, o que ocorre na próxima semana. Nas discussões de hoje, os parlamentares classificaram a decisão de unilateral e arbitrária. Kirchner disse que a expropriação foi definida porque a petrolífera não estava investindo no país adequadamente.
A iniciativa do governo argentino gerou críticas de instituições multilaterais – como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e a União Europeia –, além dos Estados Unidos. Os governos do Brasil, do Chile, da Venezuela, da Nicarágua e de Cuba, porém, disseram que a decisão argentina respeita a soberania nacional. O ministro do Planejamento designado interventor na YPF, Julio de Vido, está hoje em Brasília para conversar com autoridades brasileiras sobre o tema. Com informações da agência estatal de notícias de Cuba, Prensa Latina.