Economia

População de Porto Alegre diminui 0,04% em 2025, aponta IBGE

Cidade está entre as cinco capitais que apresentaram perda populacional em todo país

Obras do Quadrilátero no Centro de Porto Alegre
Obras do Quadrilátero no Centro de Porto Alegre Foto : Mauro Schaefer / CP Memória

Porto Alegre apresentou um redução populacional de 0,04% de 2024 para 2025, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira. A capital tem população estimada de 1.388.794 habitantes, e foi uma das cinco capitais que apresentaram perda populacional em relação a 2024, juntamente com Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Belém (PA) e Natal (RN).

“As capitais maiores, esses municípios mais centrais, em geral têm um entorno mais conurbado e perdem população”, esclarece Marcio Minamiguchi, gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE.

Já a Região Metropolitana de Porto Alegre apresentou um leve crescimento de 0,01% relação a 2024, com uma população atual de 4.167.509 habitantes. “Entre as capitais que perderam população, com exceção de Salvador, houve aumento de habitantes na respectiva região metropolitana”, ressalta Márcio.

Tendência populacional na Região Sul

A região Sul concentra o maior percentual de municípios com queda na população, com 41,6% dos municípios da região apresentando redução populacional. Este percentual é similar ao do Nordeste (39,2%)

A Região Sul possui uma população estimada de 31.310.809 habitantes, dividida abaixo.

Paraná: 11.890.517 habitantes.

Rio Grande do Sul: 11.233.263 habitantes.

Santa Catarina: 8.187.029 habitantes.

Capitais da Região Sul (População e Crescimento 2024-2025):

Curitiba (PR): 1.830.795 habitantes, com taxa de crescimento de 0,09%.

Porto Alegre (RS): 1.388.794 habitantes, com taxa de crescimento de -0,04%. Porto Alegre foi uma das cinco capitais que apresentaram perda populacional em relação a 2024.

Florianópolis (SC): 587.486 habitantes, com taxa de crescimento de 1,93%. Esta foi uma das altas mais expressivas entre as capitais, e a migração (interna e de venezuelanos/haitianos) pode explicar esse aumento.

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