Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação e Alimentação, cujas taxas passaram de -0,07% para 0,98%, e de 0,64% para 1,04%, respectivamente.
O tomate, neste momento, teve a maior contribuição para a alta no índice, pois teve 63,13% de alta em apenas 30 dias. Na medição da semana passada, foram 47,17% de aumento. São citados como motivos o clima e a redução da área plantada. Nesta época, o Estado está na entressafra e o abastecimento ocorre por outros estados.
A análise deste resultado indica que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Despesas Diversas (1,08%), Alimentação (1,04%) e Educação, Leitura e Recreação (0,98%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Comunicação (0,02%), Transportes (-0,08%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,14%), Habitação (-0,16%) e Vestuário (-1,08%).
Também foram observadas altas em Belo Horizonte (0,10 ponto percentual, ao passar de 0,15% para 0,25%), São Paulo (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,17% para 0,26%), Recife (0,06 ponto percentual, ao passar de –0,03% para 0,03%) e Rio de Janeiro (0,05 ponto percentual, ao passar de 0,49% para 0,54%).
Apenas as cidades de Salvador e Brasília tiveram taxas de inflação menores. A capital federal teve redução de 0,13 ponto percentual (ao passar de 0,29% para 0,16%), enquanto a baiana teve uma queda de 0,01 ponto percentual (ao passar de 0,22% para 0,21%).
A média nacional do IPC-S na terceira semana do mês foi 0,28%, 0,06 ponto percentual acima da taxa da semana anterior.