Nesta edição, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos Transportes e Educação (de -0,10% para -0,35%) e Leitura e Recreação (0,76% para 0,53%).
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação (1,10%), Habitação (1,06%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,74%). Em contrapartida, se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,53%), Despesas Diversas (0,47%), Comunicação (0,12%), Vestuário (0,00%) e Transportes (-0,35%).
No País, o IPC-S de 07 de abril registrou variação de 0,58%, 0,02 ponto percentual abaixo da taxa divulgada na última apuração. Quatro das sete capitais pesquisadas apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. De acordo com os dados divulgados hoje, o maior decréscimo foi observado em Belo Horizonte, onde a taxa passou de 0,51%, na semana de 31 de março, para 0,33%, na primeira semana de abril, o que representa uma diminuição de 0,18 ponto percentual.
As demais capitais que apresentaram decréscimos em suas taxas foram Brasília (de 0,84% para 0,72%) e Salvador (de 0,56% para 0,44%). Por outro lado, a inflação medida pelo IPC-S ganhou força em São Paulo (de 0,53% para 0,59%), capital com maior peso na formação do índice, Rio de Janeiro (de 0,56% para 0,57%) e Recife (de 0,76% para 0,79%).