Os gêneros alimentícios contribuíram para a queda do IPCS, com destaque para a costela, (-4,80%),o frango inteiro (-4,43%), o leite longa vida (-0,69%), o pão francês (-0,37%), a carne bovina, (-0,11%), frutas (-5,77%), hortaliças e legumes, (-4,33%). As maiores baixas foram da bergamota (-11,45%) e da laranja (-10,64%). O tomate, no entanto, continua em alta (7,95%). O feijão preto (8,12%) e a erva mate (3,98%) também continuam em alta, ambos por conta da baixa oferta do produto.
Nesta edição, sete das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Educação, Leitura e Recreação e Alimentação, cujas taxas passaram de 1,95% para 0,75%, e de 0,51% para 0,02%, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Despesas Diversas; 1,02%, Educação, Leitura e Recreação; 0,75%, Vestuário; 0,71%, Comunicação; 0,41%, Saúde e Cuidados Pessoais; 0,37% e Transportes; 0,26%. Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Alimentação; 0,02% e Habitação; -0,08%.