Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Vestuário e Alimentação, cujas taxas passaram de 0,27% para 0,88%, e de 2,19% para 2,70%, respectivamente.
A análise deste resultado mostra que a pressão acima da variação média foi exercida pelo grupo Alimentação; 2,70%. As maiores variações foram nas hortaliças e legumes (11,50%), com batata inglesa, 44,24%, e cebola, 22,59%. Nas carnes bovinas, destaque para carne moída (4,90%) e costela (6,24%); alimentos prontos e congelados, 5,90%, em que os de carne bovina, 9,80% e de aves, 5,33% exerceram as maiores influências.
Segundo a FGV, gêneros alimentícios (comprados para consumir em casa ) teve variação de 3,81%, alimentação fora, 0,21%, arroz, 5,18% e feijão,4,34%. Isso fez com que a dupla mais popular da mesa do brasileiro tenha sofrido inflação média (ponderada) de 4,83%. A boa notícia é que o tomate já começa a deflacionar,- 5,20%, em função da nova safra.
Os dados mostram também que se situaram em nível abaixo da variação média os grupos: Vestuário; 0,88%, Comunicação; 0,56%, Habitação; 0,55%, Saúde e Cuidados Pessoais; 0,39%, Transportes; 0,17%, Despesas Diversas; 0,11% e Educação, Leitura e Recreação; -0,07%.