Economia

Presidente da Fiergs critica pedidos de reajuste do mínimo regional acima de 6%

Paulo Tigre diz que "é muito fácil defender aumento sem comprovação dos fatos"

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) disse, nesta manhã, que os trabalhadores não podem querer ganhar mais do que o discutido pelos sindicatos, rebatendo as solicitações de reajuste de 14% no salário mínimo regional por parte dos trabalhadores.  Em entrevista ao Programa Guaíba Cidades, Paulo Tigre ressaltou que as categorias organizadas definiram reajuste em torno de 6%, o que é um valor bem mais próximo da realidade. Além disso defende, junto com outras entidades empresariais, a extinção do benefício. 

De acordo com Tigre, quando o mercado está aquecido, a negociação do empregado fica mais forte, o que não é o caso, no momento. Sobre o argumento de deputados que defendem reajuste de 14%, alegando maior circulação de capital e o aquecimento da economia, Tigre rebateu dizendo que "é muito fácil a um parlamentar defender o reajuste sem comprovação dos fatos".

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