A estimativa para a expansão da produção industrial, este ano, também piorou, ao passar de retração de 0,9% para 1,15%. Para 2015, a estimativa foi ajustada de 1,8% para 1,7%, em 2015. A previsão para o superávit comercial (saldo de exportações menos importações) foi ajustada de 2,01 bilhões de dólares para 2 bilhões de dólares, este ano, e de 9,4 bilhões de dólares para 9,8 bilhões de dólares, em 2015.
A estimativa para o saldo negativo em transações correntes (registros de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi ajustada de 80,75 bilhões de dólares para 81,5 bilhões de dólares, em 2014, e de 75 bilhões de dólares para 74,1 bilhões de dólares, este ano.
A projeção para a cotação do dólar passou de R$ 2,39 para R$ 2,35, em 2014, e segue em R$ 2,50, no próximo ano. A expectativa das instituições financeiras para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em 60 bilhões de dólares neste ano, e em 55 bilhões de dólares, em 2015.
A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 34,8% para 34,85% neste ano, e segue em 35%, em 2015.