O resultado veio dentro das expectativas dos analistas, que estimaram de uma queda de 1,00% a uma expansão de 1,00%, com mediana negativa de 0,10%. Na comparação com agosto de 2010, a produção industrial subiu 1,8%. Neste caso, as estimativas variavam de uma alta de 0,50% a 3,80%, com mediana de 2,15%.
Em 12 meses, a produção da indústria acumula alta de 2,3%. No ano, a alta é de 1,4%.
Principais quedas
Entre os 27 ramos pesquisados pelo IBGE, 11 tiveram registraram baixa na produção e 26 foram mais lucrativos em agosto.
O resultado negativo foi observado nas áreas de alimentação (com queda de 4,6%), edição e impressão (7,8%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (5,9%), outros produtos químicos (1,6%) e borracha e plásticos (2,54%).
A queda mais acentuada, no entanto, foi a da produção dos bens duráveis, com recuo de 2,9%, já que em julho o setor havia crescido 2,6%.
Para equilibrar o impacto e segurar a queda total, o setor de máquinas e equipamentos apresentou 3% de crescimento, ao lado dos ramos de fumo (com alta de 38,3%), veículos automotores (1%), farmacêuticos (2,4%), perfumaria, sabão e produtos de limpeza (4,7%) e celulose e papel (1,5%).