O IPC-S foi pressionado pelas hortaliças e legumes que sofreram alta de quase 10% em março (9,99%), índice bem acima da inflação – que foi de 6,42% em um ano e 2,50% em 2013. O grande vilão segue sendo o tomate com alta de 16,81% no mês. Já a carne bovina se mantém abaixo da inflação (2,22% em doze meses e 1,32% este ano). O frango, no entanto, disparou com aumentos de 34,16% para o frango inteiro.
Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Transportes e Educação, Leitura e Recreação, cujas taxas passaram de 1,17% para 0,75%, e de 1,01% para 0,73%, respectivamente.
A análise do resultado mostra que as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: Alimentação (1,80%), Vestuário (1,05%) e Comunicação (1,02%). Mostra também que se situaram em nível abaixo da variação média os os grupos: Habitação (0,81%), Transportes (0,75%), Educação, Leitura e Recreação (0,73%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,36%) e Despesas Diversas (0,19%).
IPC-S recua em cinco capitais pesquisadas
Além de Porto Alegre, o IPC-S recuou em outras quatro das sete capitais pesquisadas: Salvador (de 0,86% para 0,83%), Brasília (0,95% para 0,71%), Recife (de 0,89% para 0,52%) e São Paulo (de 0,54% para 0,49%).
Registraram variação positiva Belo Horizonte (de 0,63% para 0,72%) e Rio de Janeiro (de 0,74% para 0,81%). No geral, o IPC-S registrou variação de 0,72% no período encerrado no dia 31 de março. A próxima divulgação dos resultados regionais do IPC-S será feita no dia 9 de abril.