Segundo ele, a Espanha deve apresentar rapidamente um pedido formal para esta ajuda, provavelmente antes do próximo encontro do Eurogrupo, que reúne os ministros de Finanças da União Europeia, em 21 de junho. "As necessidades do setor bancário da Espanha foram estimadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em 40 bilhões de euros, mas podem ser muito mais elevada", afirmou.
De acordo com Rehn, a Espanha aguarda agora os resultados de duas avaliações independentes, mas o Eurogrupo decidiu deliberadamente dar uma margem de manobra, colocando 100 bilhões de euros à disposição. "A Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o FMI realizarão uma análise em profundidade das necessidades de reestruturação e de recapitalização do setor bancário na Espanha", disse, "Logo será firmado um memorando com a Espanha", completou.
Rehn confirmou ainda que as condições relacionadas a esta ajuda afetarão unicamente o setor bancário e o financeiro. "Não haverá condições sobre a política fiscal ou às reformas estruturais", afirmou.