Economia

RS é único estado com queda na taxa de casamentos, diz IBGE

Pesquisa indicou que número de uniões legais caiu 3,4% de 1998 a 2007

Apesar de o número de casamentos ter aumentado no Brasil nos últimos dez anos, o Rio Grande do Sul foi o único Estado em que a taxa de uniões legais caiu 3,4% de 1998 a 2007, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No País, o índice de registros em cartórios cresceu 31,1%. Já no Amapá, apesar do crescimento no total de casamentos, a taxa de nupcialidade é a menor do País.

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No Brasil, foram realizados 698,61 mil casamentos em 1998 contra 916,06 mil em 2007. Já no Rio Grande do Sul, ocorreram 36,10 mil uniões legais em 1998 e 34,87 mil em 2007. No Amapá foram 567 registros em 2007 e 1, 23 mil dez anos depois.

O IBGE atribui a elevação do volume de casamentos e de suas taxas na maioria dos Estados brasileiros à melhoria no acesso aos serviços de Justiça, particularmente ao registro civil de casamento, à procura dos casais por formalizarem suas uniões consensuais, incentivados pelo Código Civil renovado, em 2002, e pelas ofertas de casamentos coletivos promovidos desde então, iniciativas que facilitaram o acesso da população sob os aspectos burocrático e econômico.

Os resultados da pesquisa mostram, também, que a taxa geral de nupcialidade legal, quando obtida para diversos grupos etários e sexo, possibilita caracterização mais detalhada dos diferentes padrões de casamento no País. Em 2007, verificou-se que entre as mulheres a maior taxa de nupcialidade legal ocorreu no grupo etário de 20 a 24 anos (30,6‰). Os homens tiveram taxas mais elevadas no grupo, cujas idades estão compreendidas entre 25 e 29 anos (31,9‰). As taxas de nupcialidade legal das mulheres são maiores do que as dos homens apenas nos dois grupos etários mais jovens (15 a 19 anos e 20 a 24 anos).

Para ver a pesquisa na íntegra, acesse aqui.


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