* Região Metropolitana de Porto Alegre tem maior índice de pessoas morando sós
* Desemprego caiu quase 20% entre 2009 e 2011
* Mais da metade da população não tem acesso à internet
No Brasil, foram realizados 698,61 mil casamentos em 1998 contra 916,06 mil em 2007. Já no Rio Grande do Sul, ocorreram 36,10 mil uniões legais em 1998 e 34,87 mil em 2007. No Amapá foram 567 registros em 2007 e 1, 23 mil dez anos depois.
O IBGE atribui a elevação do volume de casamentos e de suas taxas na maioria dos Estados brasileiros à melhoria no acesso aos serviços de Justiça, particularmente ao registro civil de casamento, à procura dos casais por formalizarem suas uniões consensuais, incentivados pelo Código Civil renovado, em 2002, e pelas ofertas de casamentos coletivos promovidos desde então, iniciativas que facilitaram o acesso da população sob os aspectos burocrático e econômico.
Os resultados da pesquisa mostram, também, que a taxa geral de nupcialidade legal, quando obtida para diversos grupos etários e sexo, possibilita caracterização mais detalhada dos diferentes padrões de casamento no País. Em 2007, verificou-se que entre as mulheres a maior taxa de nupcialidade legal ocorreu no grupo etário de 20 a 24 anos (30,6‰). Os homens tiveram taxas mais elevadas no grupo, cujas idades estão compreendidas entre 25 e 29 anos (31,9‰). As taxas de nupcialidade legal das mulheres são maiores do que as dos homens apenas nos dois grupos etários mais jovens (15 a 19 anos e 20 a 24 anos).
Para ver a pesquisa na íntegra, acesse aqui.