Os detalhes do acordo ainda estão sendo negociados, mas um conselheiro comentou que o objetivo é compensar qualquer aumento do limite da dívida com cortes de gastos. O assessor, que falou sob condição de anonimato, disse que na nova proposta, o teto da dívida aumentaria para 2,8 trilhões de dólares, com 1 trilhão de cortes de gastos imediatos.
O plano também pretende estabelecer uma comissão especial bipartidária com a finalidade de recomendar cortes equivalentes ao 1,8 trilhão restante. O grupo deverá fazer as recomendações antes do feriado do Dia de Ação de Graças, em novembro, acrescentou a fonte. Se o Congresso não aprovar essas recomendações até o final de dezembro, provocará cortes automáticos, incluindo na defesa e na saúde.
A economia dos EUA atingiu o seu teto legal da dívida de US$ 14,3 trilhões (ou seja, quase 100% do PIB) em 16 de maio e tem utilizado os gastos e ajustes contábeis para continuar operando.