O corte será feito "exclusivamente na tripulação (pilotos, co-pilotos e comissários de voo) e não afetará as demais áreas da companhia", salientou a TAM. A empresa argumentou que enfrenta uma "alta significativa" de custos, devido à valorização do dólar frente ao real e ao preço dos combustíveis, que a levou a reduzir sua oferta no mercado doméstico em 12% desde 2011.
A empresa não informou quanto tempo as negociações devem durar. A TAM se fundiu em 2012 com a chilena LAN para criar a LATAM, considerada a maior companhia aérea da América Latina. Além disso, possui quase 40% do mercado doméstico no Brasil, seguida por GOL com 36%, Azul com 12,75%, Avianca com 6,90% e Trip com 3,92%, segundo dados de junho da reguladora do setor.