A taxa de desemprego foi divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ela foi apurada nas seis principais regiões metropolitanas do País, ficando com um índice de 4,9% em setembro. O resultado ficou no piso do intervalo das estimativas dos analistas, que esperavam um resultado entre 4,90% a 5,30%, com mediana de 5,10%. Em agosto, a taxa de desocupação foi de 5,0%. O rendimento médio real dos trabalhadores registrou alta de 0,1% em setembro ante agosto e alta de 1,5% na comparação com setembro de 2013.
A massa de renda real habitual dos ocupados no País somou R$ 48,4 bilhões em setembro, resultado considerado estável em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2013, a massa cresceu 0,9%. Já a massa de renda real efetiva dos ocupados totalizou R$ 48,7 bilhões em agosto, uma alta de 0,4% em relação a julho. Na comparação com agosto de 2013, houve aumento de 1,9% na massa de renda efetiva. O rendimento médio real dos trabalhadores em setembro foi de R$ 2.067,10, contra R$ 2.064,82 em agosto.
Taxa de desemprego é a menor em setembro desde 2002
Índice de desocupação ficou em 4,9%, segundo IBGE