"O País está crescendo, a renda está aumentando e o desemprego caindo", comentou, ressaltando que tem a sensação que sua atuação no governo fez diferença na vida dos brasileiros que tiveram melhoria do poder de compra, especialmente a partir do controle de inflação. Perguntado se aceitaria outra função caso fosse convidado pela presidente eleita Dilma Rousseff, Meirelles respondeu que esse era um assunto confidencial e que não deveria ser discutido em um evento público.
No jantar, estavam também o presidente indicado para o Banco Central, Alexandre Tombini, e os presidentes do maiores bancos brasileiros: Luiz Carlos Trabuco Cappi (Bradesco), Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles (Itaú Unibanco) e Fábio Barbosa (Santander), que preside também a Febraban.
Ao ser questionado se ficou magoado com a presidente eleita pelo fato de não ter sido reconduzido à presidência do BC, Meirelles foi enfático: "De forma nenhuma. Há uma grande relação de respeito e de solidariedade". O presidente do BC manifestou que seu futuro profissional ainda não tem uma definição e evitou detalhar o que fará a partir de 2011.