Tombini não disse qual é o percentual defendido por ele e que nunca se posicionou a favor do centro da meta em 3%. Ele destacou que a decisão do CMN foi unânime. Segundo o presidente do BC, no momento foi preciso manter a meta. “Estamos lidando com a segunda volta dessa crise no exterior.”
Ele ressaltou ainda que a forma de os países enfrentarem a crise é “jogar muita liquidez no mercado” e que há dúvidas sobre a inflação global. No Brasil, ele reforçou que a inflação irá convergir para o centro da meta de 4,5% em 2012.
O presidente do BC afirmou ainda que a taxa básica de juros, a Selic, também deve ser reduzida no futuro, mas é preciso enfrentar o “desafio de curto prazo” de controlar a inflação. “Lá na frente, não haverá motivo para ter uma taxa tão diferente da de outros países”.