• Dilma confirma Tombini no BC e Mantega na Fazenda
Num discurso bastante incisivo, Tombini contou que vai exercer essa autonomia para perseguir o objetivo do Banco Central, que é atingir a meta de inflação, de 4,5%. Segundo Tombini, o BC tem regras bem definidas e que nessa política olha a economia doméstica e internacional.
Ele enfatizou que o BC precisa continuar a contribuir com o protagonismo que o Brasil assumiu no cenário internacional. Tombini destacou que o BC tem tido uma participação importante nas discussões sobre uma nova regulamentação para o sistema financeiro internacional depois da crise.
Ele lembrou que o BC tem uma extensa agenda conjunta com os ministérios do Planejamento e Fazenda, no âmbito do Conselho Monetário Nacional (CMN), e que, nesse trabalho, tem havido um entrosamento muito bom e produtivo nos últimos cinco anos. Na avaliação do futuro presidente do BC, o CMN tem produzido uma regulamentação importante para o País.Tombini assegurou que o BC vai continuar trabalhando nessa agenda para uma economia sólida e com o sistema financeiro seguro e agradeceu ainda a confiança do atual presidente do BC, Henrique Meirelles. Ele afirmou que o compromisso dele com o Brasil e com a presidente Dilma é trabalhar para atingir o objetivo, que é a meta de inflação. "E é isso que eu farei com autonomia total."