Vagas de emprego em tecnologia crescem 34% nos últimos dez meses

Vagas de emprego em tecnologia crescem 34% nos últimos dez meses

De janeiro a outubro, 74 mil novas oportunidades foram criadas; salários variam de R$ 2 mil a R$ 14 mil; veja as carreiras em alta

R7

A medida determina o ensino de computação, programação, robótica e outras competências em todos os níveis de escolaridade

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O número de vagas no setor de tecnologia cresceu 34,3% nos últimos dez meses, aponta o portal Empregos.com.br. De janeiro a outubro, 74 mil novas oportunidades foram criadas no segmento. No momento, quase 10 mil vagas estão abertas no país. As posições que mais estão contratando são de desenvolvedor (468) e programador (353), em todos os níveis de especialidade. A faixa salarial varia de R$ 2.000 para profissionais em início de carreira a até R$ 14 mil para posições de gerência.

Na sequência, as profissões digitais com maior número de vagas disponíveis são analista de sistemas (177), analista de suporte técnico (171), técnico em informática (118), técnico de instalação (99) e analista de infraestrutura (76). “A área de tecnologia está em franca expansão, oferecendo diferentes carreiras com salários atraentes. Este é um movimento que já vem de alguns anos e deve seguir em alta”, avalia Tábata Silva, gerente do Empregos.com.br. 

Segundo Samuel Ferreira, CEO da Meep, startup especializada em soluções de pagamento para o varejo, o desenvolvimento de novas tecnologias aumentou a demanda por profissionais especializados.

“A inovação é o caminho para o futuro e para os profissionais de tecnologia. Estes são os mais aptos a se adaptarem às necessidades, físicas ou tecnológicas no ambiente de trabalho. O mercado da tecnologia entende que um dos maiores desafios dos desenvolvedores é de buscar soluções que facilitem os processos e tragam comodidade aos usuários. Este processo requer atenção aos detalhes e expertise nas habilidades e estratégias, cada vez mais exigidos neste ramo da profissão”, afirma Samuel Ferreira.

Segundo pesquisa do MBC (Movimento Brasil Competitivo) em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas), o setor paga salários em média 94,4% maiores. Mas representa apenas 3% das ocupações, por causa de gargalos como a falta de capacitação e de mão de obra qualificada.


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