Segundo o jornal, o processo aponta que a Apple e as principais empresas editoriais chegaram a um acordo para suspender a concorrência nas vendas de varejo, que os preços dos livros eletrônicos ao varejo aumentarão significativamente e que a Apple terá garantido um lucro de 30% sobre cada unidade vendida.
As autoridades europeias de livre concorrência anunciaram em dezembro a abertura de uma investigação contra a Apple e cinco editoras diante de suspeitas de que teriam chegado a "acordos ilegais ou se dedicaram a práticas que têm por alvo ou por efeito restringir a concorrência".
As cinco editoras supostamente envolvidas e investigadas são Hachette (Lagardere Publishing, Francia), Simon & Schuster (CBS Corp., Estados Unidos), Penguin (Pearson Group, Grã-Bretanha), Verlagsgruppe Georg von Holtzbrinck (Macmillan, Alemanha) e Harper Collins, subsidiária americana da News Corp., que é proprietária do The Wall Street Journal.