Machado informa que o município possui apenas poços artesianos para o abastecimento de água na zona urbana. “Ao todo são nove poços, sendo que dois já secaram e a tendência é se agravar esta situação”, alerta o prefeito, assinalando que a comunidade urbana da Vila Floresta já está sem o abastecimento via rede de água, recebendo apoio apenas com o caminhão pipa.
O prefeito comenta que com o sistema de abastecimento baseado em poços artesianos, a captação de água potável para distribuição as comunidades rurais e também nos locais urbanos já deficitários fica muito complicada e demorada. “Além de estarmos esvaziando os poços, o que levaria uma hora para encher um caminhão de 6 mil litros, chega a se levar um dia inteiro”, conta.
Para solucionar o problema, a Prefeitura espera que o governo do Estado libere a construção de cinco poços artesianos emergenciais em locais estratégicos da cidade e da zona rural. Com a medida, o município não depende de buscar água em outros locais como Candiota e Bagé, além de diminuir o tempo e a distância no abastecimento.