O direotr-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, afirma que a decisão de retirar o ar-condicionado da frota foi tomada para reduzir o valor da tarifa. Segundo ele, o custo para 100% da frota ter ar-condicionado é de cerca de 10 centavos a mais por passagem.
Cappellari cita ainda o exemplo de Curitiba, considerado um município com transporte público de qualidade, e sem ar-ciondicionado.
Na capital paranaense, a temperatura média entre dezembro e fevereiro fica entre 19 e 20 graus, atingindo máximas entre 34 e 35 graus. Já na capital gaúcha, a média fica entre 24 e 25 graus, com máximas registradas neste verão de quase 40 graus.
Para o engenheiro e consultor Mauri Panitz, especialista em transporte, a população que utiliza o transporte público da Capital já é vítima de tortura. Para o engenheiro, a retirada do ar-condicionado piora ainda mais as condições e significa um retrocesso para a mobilidade urbana da cidade.