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“Ação foi proporcional ao que aconteceu”, diz coronel

Vândalos entre os manifestantes queimaram ônibus e prejudicaram transporte público

Vândalos entre manifestantes causaram destruição
Vândalos entre manifestantes causaram destruição Foto : Mauro Schaefer
Em entrevista no fim da noite desta segunda-feira, o tenente-coronel João Diniz Godoi, responsável pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC), afirmou que a ação da Brigada Militar foi proporcional aos atos de vandalismo do protesto. Às 22h40min, ele não sabia informar o número de pessoas detidas.

• Protestos ocorrem em todo o Brasil

Para o oficial, foi uma minoria que causou transtornos, obrigando a ação policial. “A partir de um momento que uma minoria passa a exercer ações que afrontam a ordem pública temos que atuar com as medidas necessárias na proporcionalidade que a ação necessita”, comentou ele, que considerou a situação normalizada no momento. Porém, um novo conflito ocorreu logo em seguida na avenida Loureiro da Silva.

Danos e ônibus parados

Um levantamento dos danos deve ser realizado nesta terça-feira. Diversos contêineres foram destruídos e alguns incendiados nas avenidas João Pessoa e Loureiro da Silva, além da rua Lima e Silva, na Cidade Baixa. Segundo o vereador Valter Nagelstein, o DMLU informou que em torno de 50 contêineres foram destruídos. Ao longo da noite, um ônibus da Carris foi queimado e dois da STS, depredados. Antes das 23h, a Carris recolheu toda a frota.

Conflito na Ipiranga

Na avenida Ipiranga aconteceu o momento mais tenso, por volta das 20h30min. Parte dos manifestantes depredou a concessionária Estação H, na esquina com a avenida Azenha. Em seguida, houve confronto com a Brigada Militar e bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo foi usado.

O grupo se dividiu a partir de então. Parte dos manifestantes seguiu à rua Lima e Silva e outra entrou em confronto direto com a Brigada Militar.

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