O policial militar Paulo Sérgio Pontes disse que o susto maior ocorreu às 22h45min, quando houve o tremor mais forte, seguido de seis abalos de menor intensidade. "Isso fez com que muita gente dormisse fora de casa, com medo do pior", salientou. Depois de visitas da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros, com palestras para acalmar a população, e por não ter tido novos abalos no decorrer do dia, a situação agora é de normalidade.
O que deixa os moradores mais apreensivos, segundo o policial, é o fato de muitas casas serem antigas, algumas até de taipa [pau a pique com barro], que não resistem a tremores de maior intensidade. Pontes relatou que algumas moradias apresentam rachaduras e, por essa razão, muita gente prefere dormir ao relento, com medo da casa cair.