Para tratar disso, algumas integrantes do movimento foram conhecer, na manhã desta quinta-feira, o centro do Seda, na Lomba do Pinheiro. Primeiramente, serão levados uma gata mais velha e dois que estão doentes. Além disso, a Seda fará um trabalho de conscientização, para reduzir o abandono de animais no parque.
Para Regina, infelizmente a Redenção é vista como um local para se abandonar os animais. Dessa forma, segundo ela, existem muitos gatos que ali não têm a segurança e nem assistência ideal. “Muitas pessoas aproveitam a presença de muitos gatos para abandonar animais aqui. Por isso, foi destinado esse espaço, que fica junto à administração do Parque da Redenção para que os gatos ficassem”, explicou a primeira-dama.
Mesmo assim, para marcar a morte dos felinos, está prevista para este domingo, às 11h, uma mobilização em frente ao Monumento ao Expedicionário. Os animais foram encontrados sem vida e com sinais de ataques de cão. A situação revoltou pessoas ligadas ao movimento Gatos na Redenção e defensores, que fazem a articulação do ato, principalmente, por meio das redes sociais.